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	<title>Introducao: - Revision history</title>
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	<subtitle>Revision history for this page on the wiki</subtitle>
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		<updated>2019-12-10T14:16:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Created page with &amp;quot;1.	Iniciamos, com a presente edição dos Quatro Evangelhos e dos Salmos, a publicação da tradução da Sagrada Escritura, promovida e aprovada pela Conferência Episcopal P...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;New page&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;1.	Iniciamos, com a presente edição dos Quatro Evangelhos e dos Salmos, a publicação da tradução da Sagrada Escritura, promovida e aprovada pela Conferência Episcopal Portuguesa e, quando completa, a ser ratificada pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. Trata-se portanto de uma nova tradução para uso oficial da Igreja Católica em Portugal e, futuramente, nos outros Países Lusófonos em que se segue a tradução portuguesa dos livros litúrgicos – Angola, Cabo Verde, Guiné, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está assim a realizar-se um desejo que remonta, pelo menos, ao tempo a seguir ao II Concílio Ecuménico do Vaticano, que aprovou a celebração da Liturgia em línguas vernáculas. Já então, várias figuras da Igreja em Portugal, peritas nomeadamente em ciências litúrgicas e bíblicas, reconheciam que uma tradução para uso oficial da Bíblia se não devia confinar aos textos inseridos em livros litúrgicos. O que na altura, por várias razões, não foi possível, ficou finalmente decidido pela Conferência Episcopal Portuguesa em 2012, o ano em que se iniciou o processo de tradução, de que fazem parte os livros bíblicos agora publicados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na origem dessa decisão esteve, antes de mais, a urgência de uma revisão das traduções litúrgicas dos textos bíblicos em uso: por falta de uniformidade, sobretudo entre lecionários e liturgia das horas; por algumas omissões, imprecisões e até erros de tradução; por, em muitos textos, se não obedecer às normas, entretanto promulgadas pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, para a tradução de textos litúrgicos (Instrução &amp;#039;&amp;#039;Liturgiam Authenticam&amp;#039;&amp;#039; de 28.3.2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, no mesmo documento, a Congregação apela também a que a tradução abranja toda a Sagrada Escritura. Provavelmente porque a Bíblia, por um lado, como palavra de Deus, alimenta a Igreja, em todos os âmbitos da sua vida: não só o litúrgico, mas também o caritativo e, de modo especial, o formativo, em que os textos bíblicos a que se recorre vão muito para além dos que são usados na Liturgia. Por outro lado, há uma relação profunda entre a Liturgia e, particularmente, as atividades formativas, designadamente na Catequese e na Educação Moral e Religiosa Católica, relação essa que exige uma tradução integral e uniforme, isto é, que obedeça às mesmas normas e critérios de tradução emanados pela referida Congregação romana e, recentemente, pela carta apostólica em forma de &amp;#039;&amp;#039;Motu Proprio&amp;#039;&amp;#039;, &amp;#039;&amp;#039;Magnum Pricipium&amp;#039;&amp;#039; do Papa Francisco (3.9.2017).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.	Na prática, são critérios comuns a qualquer boa tradução e podem agrupar-se, fundamentalmente, em dois:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Exige-se, por um lado, que a tradução seja literal, isto é, que transmita, tanto quanto possível, tudo o que os textos exprimem nas línguas originais: hebraico e aramaico, na maioria do Antigo Testamento, e grego, nalguns livros do Antigo Testamento e em todos os do Novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Por outro lado e, no fundo, pela mesma razão, a tradução tem de ser compreensível para leitores e, sobretudo, ouvintes de hoje, já que se trata de uma tradução para, primariamente, ser proclamada de viva voz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São dois critérios difíceis de conjugar, devido sobretudo à distância temporal, espacial e cultural, entre a língua que é traduzida e aquela para a qual se traduz. É específico, por exemplo, da cultura e das línguas semíticas, em que se formou sobretudo o Antigo Testamento, o recurso ao símbolo ou à simples metáfora. Sendo esse, além disso e como é comumente reconhecido, o meio mais apropriado para exprimir realidades transcendentes, deve, por princípio, conservar-se na tradução essa riqueza simbólica e metafórica. Se, porém, não é minimamente compreensível, em todos os contextos literários e para os leitores de hoje, poderá substituir-se por termos mais conceptualizados. Mas, num caso como no outro, exige-se uma nota explicativa. Para alguns dos muitos exemplos, veja-se a introdução aos Evangelhos, nas páginas seguintes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3.	Devido a estas e outras normas e consequentes dificuldades e, acima de tudo, por se tratar da palavra de Deus, de que vive o seu Povo, e que, por isso, nos merece um respeito sagrado, procurámos que o processo de tradução em curso corresponda a tais exigências, designadamente nos seguintes pontos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Está a ser conduzido, por delegação da Conferência Episcopal Portuguesa, em simultâneo, pela Comissão Episcopal da Liturgia e Espiritualidade e a Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé e respetivos secretariados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Tem, desde o início, a colaboração de tradutores que pertencem na sua maioria à Associação Bíblica Portuguesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Além desses, colaboram outros, de vários Países Lusófonos, todos eles versados em ciências bíblicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Decorre sob a orientação de uma Comissão Coordenadora de todo o processo e de duas Subcomissões Científicas para a revisão e unificação de critérios dos diferentes textos traduzidos, respetivamente, do hebraico e aramaico, por um lado, e do grego, por outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– Cada livro bíblico percorre, até à versão definitiva, os seguintes passos e na ordem exposta: tradução a partir das línguas originais, acompanhada de introdução e notas explicativas, por um biblista que conheça bem o respetivo livro; revisão e harmonização, em relação a outros livros, da tradução inicial, pela correspondente Subcomissão; revisões da tradução, sob os pontos de vista, primeiramente, literário e, depois, litúrgico, por especialistas nas disciplinas correspondentes. Qualquer destas correções é posta, tanto quanto possível, à consideração do biblista que iniciou a tradução. O processo só termina com a aprovação pelas Conferências Episcopais dos Países em que a tradução é oficializada e pela ratificação da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4.	À presente tradução dos Evangelhos e dos Salmos falta ainda essa confirmação final. Isto é, trata-se apenas de uma tradução &amp;#039;&amp;#039;ad experimentum&amp;#039;&amp;#039;. Não por falta de cuidado na sua elaboração, mas exatamente pela razão oposta: devido à especial consideração que, entre todos os livros bíblicos, nos merecem os Quatro Evangelhos e os Salmos. São e sempre foram, sobretudo na Liturgia cristã, os mais lidos, refletidos e rezados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Decidimos, por isso, não aprovar e publicar a edição definitiva, sem antes sujeitarmos a presente versão à apreciação dos leitores de língua portuguesa, cristãos ou não. Queremos que a versão final seja, o mais possível, fruto daquela participação sinodal na vida da Igreja, especialmente preconizada a partir do II Concílio Ecuménico do Vaticano e ultimamente reforçada pelo Papa Francisco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradecemos, por isso e desde já, todas as correções e sugestões que nos forem feitas. Medi-las-emos, obviamente, pelos referidos critérios que presidem à tradução. Podem ser enviadas, por escrito, para: Secretariado Nacional da Educação Cristã, Estrada da Buraca N.ºs 8-12, 1549-025 Lisboa; ou: Secretariado Nacional de Liturgia, Apartado 10, 2496-908 Fátima; ou, ainda e de preferência, para o endereço eletrónico: biblia.cep@gmail.com.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
† Anacleto Oliveira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;#039;&amp;#039;Bispo de Viana do Castelo&amp;#039;&amp;#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;#039;&amp;#039;Presidente da Comissão Coordenadora&amp;#039;&amp;#039;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bibliacep</name></author>
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